BRASIL, Mulher

 

   

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    Emoções em palavras...



    SINAL FECHADO

    “– Olá! Como vai?
    – Eu vou indo. E você, tudo bem?
    – Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro... E
    você?
    – Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo... Quem sabe?
    – Quanto tempo!
    – Pois é, quanto tempo!
    – Me perdoe a pressa - é a alma dos nossos negócios!
    – Não tem de quê! Eu também só ando a cem!
    – Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí!
    – Pra semana, prometo, talvez nos vejamos...Quem sabe?
    – Quanto tempo!
    – Pois é...quanto tempo!
    – Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das ruas...
    – Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança!
    – Por favor, telefone - Eu preciso beber alguma coisa, rapidamente...
    – Pra semana...
    – O sinal...
    – Eu procuro você...
    – Vai abrir, vai abrir...
    – Eu prometo, não esqueço, não esqueço...
    – Por favor, não esqueça, não esqueça...
    – Adeus!
    – Adeus”!  
    (Paulinho da Viola)

     

    Dia desses assistindo a um documentário sobre o Paulinho da Viola, me deparei com a letra dessa música. Eu já a conhecia, mas neste dia ela me tocou profundamente. Pensei na vida que venho levando, lembrei dos meus amigos e chorei de saudade. A vida moderna é rápida demais e quem quer acompanhá-la precisa correr e viver correndo literalmente. Pensando bem, acho que estamos mesmos é indo pelo caminho contrário. Pense comigo. Se como já dizia Marshall Berman “Tudo que é sólido se desmancha no ar”, por que então cada vez mais corremos para alcançar tudo que é material? – melhores salários, carros novos, mais de um emprego, cursos e mais títulos e por aí vai.... Sem falar que almoçamos correndo (quando almoçamos), o café da manhã é na maioria das vezes em pé e já com a bolsa na mão (pelo menos o meu tem sido assim). As horas de sono estão cada vez mais reduzidas. E no meio disso tudo onde entra o tempo para a família, para os amigos e para si mesmo? Digo isso por mim, que até para enviar um e-mail está difícil e então, para não passar em branco, ainda tenho a cara de pau de mandar :”Tô sem tempo, mas não te esqueço”! Enfim, infelizmente acho que estamos todos no mesmo barco. A vida mudou e sinceramente não sei se para melhor. Vivemos cada vez mais presos às coisas sólidas, estressados, entediados, isolados, deprimidos e impacientes, alegamos não ter tempo para cuidar da mente, do espírito, do bem-estar pessoal, do próximo e de sim mesmo. Tá! Eu sei que temos que trabalhar e tudo o mais, mas é preciso também parar para realmente viver e não apenas deixar que os dias passem por nós, até porque, eu acredito que, quando partirmos dessa para a melhor, serão justamente os momentos que temos na lembrança e no coração que levaremos conosco e tudo o que é material ficará. Eu já vi isso de perto e dói, viu? Então, por que será que a busca pelo material, pelo que é sólido e visível, ainda aparece com prioridade na vida de tantas pessoas? Por que será que as pequenas coisas, os momentos inesquecíveis ao lado de quem gostamos são colocadas em segundo plano?

    Neste caso, cabe a cada um de nós pensarmos no que queremos levar conosco. Eu quero levar comigo o meu coração cheio de boas recordações, bem tranqüilo, feliz e de alma lavada. E você? Bem, pense sobre isso e boa escolha!

     

    Srta. Lin pensando na vida há 8 meses do seu aniversário.



    Escrito por Srta.Lin às 10h58
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    COISAS DO DESTINO

    Uma homenagem aos meus amigos virtuais e caipiras – Denis e Zé!

     

     

    Essa vida é mesmo muito surpreendente e fascinante! Em primeiro lugar acho que a maioria dos meus leitores (humm, olha que chique eu!), sabe que eu nunca havia pensado em fazer jornalismo, mas sim veterinária. Hoje, acredito que tenha seguido o rumo certo. Tenho a impressão de que trabalhando como profissional da imprensa posso ajudá-los de uma outra maneira – Dando voz aos que não falam com palavras. Deus sempre sabe o que faz e devemos acreditar nos rumos para os quais somos levados. Certa vez, em entrevista, um conhecido escritor carioca, radicado aqui em Curitiba, me disse: “O jornalismo nos lança ao mundo!” E essa  frase nunca mais saiu da minha cabeça. Realmente nos lança ao mundo mesmo, seja para o exterior ou para o interior. E este é o meu caso! Saí do Rio de Janeiro aos 26 anos rumo à Fortaleza, meio perdida, sem saber que caminho seguir. Lá, morei durante quase oito anos. Fui feliz, fiz amigos, me diverti, chorei, amei, fui amada, amadureci e caí. Até que chegou a hora de começar do zero novamente. Há pouco mais de um ano me mudei de mala e cuia, e dessa vez com gatos e tudo, para a cinzenta capital do Paraná. Isso mesmo. Curitiba. Pedi transferência para uma das universidades da capital, mas para minha surpresa, teria que voltar três semestres devido à diferença de grade curricular. Fiquei indignada, mas como falei, Deus sempre sabe o que é melhor para nós, ainda que tudo pareça estar errado. Dias depois, mesmo depois do prazo, consegui a transferência para uma outra universidade muuuuitooooo melhor do que a que eu havia feito contato anteriormente e melhor, sem perder um semestre se quer da faculdade. Voltei a estudar no terceiro ano. Ufa! Sete meses depois, consegui um estágio na redação da revista em que trabalho. Detalhe: Só poderiam participar da seleção alunos do terceiro ano. Ou seja, se tivesse ficado naquela primeira universidade não estaria estagiando na revista. Com isso não teria conhecido pessoas que hoje, de certa forma, fazem parte do meu dia-a-dia. Quando lá na frente eu disse que o jornalismo nos lança ao mundo, seja para o exterior ou para o interiorrrrrr, foi por isso!Há cerca de seis meses, em meio às tantas entrevistas que faço para a revista, conheci uma pessoa muito interessante, mas o mais interessante nisso tudo é que quando recebi a pauta, havia dois nomes para contato e eu escrevi para um, mas quem me respondeu foi o outro, o Denis. Um cara novo, simpático, cheio de histórias para contar, cheio de vida, de idéias e gente fina até não poder mais. Desde o primeiro contato nos tornamos amigos virtuais. Meses depois, por meio do Denis, tive acesso ao blog de um amigo dele, o Zé! – Jornalista, professor e bem conceituado nas duas profissões. Apesar disso, achei o blog dele um verdadeiro besteirol. Enfim, ainda assim, voltei lá outras vezes, até que no meio daquelas piadinhas, que ao meu ver não tinham graça nenhuma, achei uma música linda, que me fez suspirar. Deixei então meu primeiro comentário acolá. Simpaticamente ele respondeu no meu blog e desde então nos tornamos fãs um do outro e também amigos virtuais. Hoje adoro o blog dele. Outro fato interessante é que ambos são do interiorrrrr. Se não soubesse que eram do interior, não poderia jamais imaginar que são meninos nascidos e criados lááááá dentro do noroeste de São Paulo. Os dois são grandes homens, sábios, inteligentes, estudiosos e reconhecidos profissionalmente. Isso tudo me causou grande surpresa, pois até então, achava que no interior só tinha caipira e que, para estudar e ser alguém na vida era preciso vir para a cidade grande. Enfim, vocês dois, Denis e Zé, foram definitivamente dois bons encontros na minha vida, que dentre tantas outras coisas, me mostram a cada dia, que nem todo mundo que mora no interior, seja lá de que Estado for, é caipira. Vixi Maria! Ou será que vocês são e eu é que não percebi?? rs Enfim, contei esse blá blá blá todo porque para mim, está cada dia mais claro que nada é por acaso. Tenho a certeza de que no meio de todo esse remanejamento da minha vida, já estava certa a minha presença no caminho desses meninos e a deles no meu. Não foi apenas “coisa do destino”. Como disse o Zé certa vez: “Araçatuba está no seu futuro, Lin. Estava escrito nas estrelas”! E como diria o Denis. “É! Vai saber...” Ou melhor! "Vai saberrrrrrrrr..."!

     

    Srta. Lin pensando em sua alma caipira...

    Em 13 de março de 2008



    Escrito por Srta.Lin às 15h55
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    ALMA CAIPIRA

    Pois é! Ontem trocando idéias pelo MSN com o Zé (este mesmo, citado no texto acima), ele me falou sobre um projeto dele chamado Blog dos Caipiras (veja link ao lado), onde amigos blogueiros de Araçatuba e região postam suas idéias e tudo o mais que desejarem num mesmo blog. A idéia é bem legal, com direito a reuniões, churrascos, camisetas e tudo o mais! Surpreendentemente o Zé me convidou para fazer parte do time. Fiquei tão contente, que, mesmo sendo nascida e criada (acho essa expressão tão engraçada!) em cidade grande – Rio de Janeiro –, não tive como recusar o convite! Fiquei muito feliz e surpresa, afinal, nem experiência no interior eu tenho. Sugeri então que ele conversasse com os demais membros do grupo sobre a minha possível participação. Desde então fiquei pensando em algo que pudesse realmente me tornar uma blogueira caipira, para que, ainda que fora da região deles, possa participar da troca de idéias. Pois bem! Comecei a puxar coisas do passado e percebi que tenho sim uma alma caipira. A começar pelo sonho de menina em morar numa fazenda cheia de animais. Desde os meus gatos, passando por cachorros, galinhas, coelhos, pássaros livres, miquinhos, até chegar aos bois, nas vaquinhas, nos bezerros, cavalos e por aí vai. E todos pelo puro prazer em conviver com eles, nada de vendê-los ou matá-los para comê-los, até porque estou trilhando direitinho a nova vida de vegetariana, né? Bem, voltando ao assunto. Lembrei também da escolha que fiz na época de escola. Fiz segundo grau técnico em Agropecuária! Nossa, lá eu vivia feito pinto no lixo!!! Alguns alunos gostavam de usar botas Zebu, e eu era um deles! Era um charme usá-las de calça jeans com a camiseta branca do colégio! Lembro também das aulas práticas de agricultura e irrigação. Plantar, aprender sobre os adubos, as fórmulas químicas, as sementes e por aí vai! Um dos momentos inesquecíveis foi durante a aula de técnicas agrícolas, em que tivemos que dirigir um trator! Acho que o que eu dirigi foi um Massey-Ferrison!!! Pois é, eu também já fiz muita coisa nessa vida!!! Outra coisa que gostava, era das aulas de Zootecnia, do querido professor Walter que só me chamava de “bonitinha”! Ele era realmente um amor! Não só por isso, mas porque era mesmo, aliás, ainda é! E as visitas às fazendas? Sentir o cheiro de bosta de vaca, de cavalo... Nossa, maravilhoso!!! Humm, agora está me dando saudade daquela época. Da vida rural, no campo, de namorar escondido na cocheira, de deitar na grama, olhar pro céu e contar as estrelas, enfim ... Bom, se tudo isso faz parte da vida dos caipiras, então eu me pergunto. Afinal o que tem de mal em ser chamado de caipira? A vida é tão mais leve do que nas grandes cidades! Enfim, apesar de trocar o som do S pelo do X e de não falar o R como o pessoal do interiorrrrrrrrr, acho que minha alma caipira continua aguçada e já posso entrar para o grupo, não acham?

     

     

    Srta. Lin em 13 de março de 2008.



    Escrito por Srta.Lin às 15h55
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    TEM DIAS QUE ...

    Sei não, viu? Mas tem dias que a gente acorda com o ovo virado! O humor péssimo, a dose de irritação e impaciência acima do comum, os pensamentos enchendo o saco, confusos, o coração sem saber o que sentir, o que dizer, o dia passa com a sensação de estar se arrastando e as respostas para seus anseios, suas perguntas e suas dúvidas não chegam. Hoje o meu dia foi assim. Discuti com quem não queria, fiz besteiras imaturas, ouvi coisas que não queria, pedi desculpas e graças a Deus fui desculpada, mas ainda assim passei o dia quieta, calada e pensativa. Tudo isso foi me deixando insegura em todos os aspectos possíveis. Há quem diga que é a terrível TPM. É, pode ser que seja sim! Mas o fato é que eu saí do trabalho murcha, murcha e pra completar, além do cabelo escuro, ainda caía um temporal.

    Você já teve um dia assim?

    Enfim é preciso respiraaaaaaarrrrr!!!!! Afinal, já tive inúmeras provas de que a vida é realmente feita de um dia após o outro. Sigamos em frente então!

     

    Srta. Lin na faculdade

    Em 10 de março de 2008



    Escrito por Srta.Lin às 19h02
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    AMOR I LOVE YOU

    Eu tenho a mania de tomar banho ouvindo música. Agora quando fui tirar a tinta do cabelo, liguei o rádio e estava tocando uma canção que me fez recordar um grande amor do passado. Na época não sabia, e só anos depois soube que, quando ele cantava essa música, era para mim. Pena só saber disso anos depois! O clip mostra um homem casado e já velho, relembrando da amada, que não era a esposa, guardando uma foto dela dentro do livro. (Não lembro agora se era o homem que guardava a foto ou se era a amada dele que guardava uma foto dele) Pois é! Hoje ao ouvir essa música me lembrei disso. Anos atrás cantaram essa música para mim. Hoje sou eu quem canto, ainda sem que ele saiba, esta mesma música para uma outra pessoa.

    O “engraçado” é que eu também não digo claramente que esta música é para ELE. Aliás, escondo, ou tento esconder o que sinto.

    A cada dia me pergunto: Será que os grandes amores são realmente os maiores segredos das nossas vidas? Será que a vida é mesmo viver com uma pessoa e amar outra?

    Eu não sei, mas espero que não...

    “Deixa eu dizer que te amo...
    Deixa eu pensar em você...
    Isso me acalma, me acolhe a alma
    Isso me ajuda a viver...

    Hoje contei pr'as paredes
    Coisas do meu coração...
    Passei no tempo, caminhei nas horas
    Mais do que passo a paixão...

    É um espelho sem razão
    Quer amor, fique aqui!
    Meu peito agora dispara
    Vivo em constante alegria
    É o amor que está aqui...

    Amor I Love You!...
    -‘Tinha suspirado... tinha beijado o papel devotadamente.
    Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades,
    E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas
    Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido.
    Sentia um acréscimo de estima por si mesma,
    E parecia-lhe que entrava enfim
    Numa existência superiormente interessante;
    Onde cada hora tinha o seu encanto diferente...
    Cada passo conduzia a um êxtase...
    E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações’.

    Amor I Love You!...”

     

     

    Srta.Lin...



    Escrito por Srta.Lin às 21h39
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    É MINHA GENTE! ACHO QUE VOU TER QUE USAR PERUCAS!

    Enquanto alguns sentem saudades da Pauline morena, a torcida pela Pauline loira é cada dia mais crescente, entretanto, venho informar que ambas devem começar a pensar na hipótese da Pauline ficar careca! Isso mesmo! Eu gosto das duas versões, mas meu cabelo não está agüentando mais tanta química. Aí, muitos de vocês devem estar se perguntando. “Então por que pinta?” Tudo bem que, quando eu era bem novinha, pintava o cabelo só pelo prazer de mudar. Era praticamente cada mês com uma cor diferente. Agora que estou criando um pouco mais de juízo, me tornei refém das indústrias de tinturas de cabelo e isso tudo porque meus queridos cabelos brancos estão dando cria em minha juba. Em novembro último, inventei de escurecer um pouco a cabeleira, mas em menos de 15 dias, lá estavam eles, feito pragas em samambaias. Tudo bem branquinho e bem na frente. Usar rabo de cavalo, nem pensar! Repartir então! Nossa!!! Nem por muito dinheiro!!! Enfim... Que fazer? Pensei, pensei, pensei e resolvi então voltar àquele loiro bem branco acinzentado, para não dizer – PRATA! Eu adoro, mas acaba com o cabelo pois é preciso descolorir antes. Bem, como detesto salão de beleza eu mesma pinto a juba e ontem resolvi enfrentar a fera.Em pleno sábado tomei coragem e comecei a maratona da mudança. Descolori, sequei. Pintei de loiro, sequei novamente. Fiz mechas e sequei de novo. Pra que? Vontade de cortar feito Joãoznho!!!! Depois disso tudo, ainda assim, na raiz ficou aquela cor de loiro que eu abominooo!!!! – Laranja, cor de abóbora, dourado – Bem depois de quase chorarm respirei fundo e pensei. Meu Deus a solução será usar perucas, só pode! Até que não ía ser má idéia para uma pessoa como eu que adora mudar o visual. Já pensou, um dia cabelo curto preto, no outro, aquele cabelão enorme e vermelho, no outro, algo no estilo afro e por aí vai... rs Uma vez, fuçando o photoshop até fiz algumas tentativas, mas não ficaram legais, entretanto vou mostrar à vocês.

     

     

     

    Bom, para encurtar a conversa, acordei hoje e a primeira coisa que fiz foi ir até a farmácia mais próxima para comprar outra tintura. Vamos ver se agora o amarelo laranja finalmente sai da minha cabeça e eu consigo o tão sonhado cabelo cinza/verde! Adivinhem o que aconteceu!!!

    Atentem para as fotos. Eu queria a cor da primeira foto...

     

     

    Brincadeira, né? Podem contar que eu vou aderir às perucas, viu?! Ave Maria!!!! Oh cabelo difícil!!! Nãããããã!!!

                  

    Srta. Lin sem muito o que falar no mesmo domingo do post abaixo...

     

     



    Escrito por Srta.Lin às 21h20
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    JOGO DOS SETE ERROS

    Dia desses transportando minhas fotos do micro antigo para o novo, me deparei com uma foto, no mínimo curiosa! Bons e inesquecíveis tempos em que saíamos do trabalho direto para o Chopp do Bixiga, no Dragão do Mar, na amada Fortaleza, no Ceará, porém, o que mais me chamou atenção ao rever esta foto não foi relembrar tudo que já vivemos naquele local, mas como nós três – eu, Dióóórdie e Gaayybino, estamos completamente diferentes!!! Observe então as duas fotos e voltem no tempo com o jogo dos sete erros! Pode parecer inacreditável, mas somos nós também na foto ao lado!

     

    Pense numa saudade desses dois!!!

     

    Srta. Lin pintando a juba (de noooovoo)!

    Em 9 de março de 2008

     



    Escrito por Srta.Lin às 16h18
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